quarta-feira , 19 novembro 2014
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Copa do Mundo 2010 – Quem ganhou e quem perdeu com o Brasil fora

Copa do Mundo 2010 – Quem ganhou e quem perdeu com o Brasil fora

A Seleção Brasileira, talvez mais do que qualquer outra, pelo que se ouve dos jogadores, tem como principal objetivo quando entra numa competição como a Copa do Mundo, dar alegria aos torcedores.

Todos eles sempre falam a mesma coisa e eu acredito. Não há razão para duvidar.

Mas, como todos são profissionais, o futebol é cada vez mais negócio. Um negócio muito rendoso, embora alguns digam que nem tão puro, os jogadores pensam, também, nos prêmios que receberão, caso conquistem o título.

E na valorização no momento de renovarem seus contratos ou conseguirem uma transferência.

O prêmio falado por aqui para cada um dos 23 jogadores, mais o técnico Dunga, caso chegassem ao hexa, seria de R$1 milhão. A comissão técnica dividiria entre seus membros o valor de uma cota igual.

A bolada poderia não ser tão grande assim para alguns que já faturam, por seus méritos, bem mais milhões nos clubes que defendem, mas, convenhamos, não é de se jogar fora.

Isso, sem falar nos contratos de publicidade que conseguem quando vestem a amarelinha. Até para autorizar o uso de suas imagens nos concorridos álbuns de figurinhas.

Mesmo sem saber se seria convocado – acabou de fora -, Pato pediu a bagatela de 100 mil euros, coisa de R$250 mil. Pouco, né? Vale esclarecer que a empresa achou um absurdo e “rezou” para que ele não estivesse na lista do Dunga.

Por falar em Dunga, a desclassificação da Seleção Brasileira pode ter sido o que mais atingiu. Campeão, Dunga naturalmente seria contratado por algum time rico da Europa, caso quisesse continuar a carreira e não renovasse com a CBF.

Hoje, será que Dunga ainda pensa em ser técnico? E algum clube importante pode querer contratá-lo? Acho difícil. Jorginho, seu auxiliar, de repente pode voltar ao América do Rio, um time sem expressão e sem caixa forte.

Os demais da Comissão Técnica continuarão suas vidas profissionais nos consultórios particulares e nos clubes onde trabalham. De repente, pode sobrar para Américo Faria. De repente…

Dos jogadores, alguns não poderão pensar num reajuste, constante ou não do contrato, mas continuarão bem em seus clubes: Júlio César, Gomes e até Doni, dos goleiros, embora, sem ter jogado, não poderá pensar em voltar a ser titular no Roma.

Lúcio, Juan, Luisão, Gilberto Silva, Gilberto, Kléberson, pela idade avançada para o futebol ou falta de brilho anterior, deverão permanecer onde estão, sabendo que deverão voltar em plena forma depois das férias, para não serem marcados pelos torcedores.

Maicon, pretendido pelo Real Madrid, talvez não interesse tanto mais, ou não possa fazer as exigências que faria como campeão mundial. Daniel Alves, Tiago Silva, Michel Bastos, Felipe Melo, Josué e Grafite, não saem nem por baixo nem por cima, e deverão continuar em seus clubes como se nada tivesse acontecido.

Felipe Melo pode ter virado vilão para o torcedor brasileiro, mas não sofrerá nada no Juventus. Na Itália ele já era considerado o perna-de-pau do ano. Assim como Júlio Batista, na Roma.

Luís Fabiano era objetivo de desejo do Milan e de outros clubes antes da Copa e pode deixar o Sevilla levando alguma vantagem, porque, embora não tenha ganhado mais notoriedade, fez sua parte.

O mesmo se pode pensar de Nilmar e Ramires, que não tiveram chance de mostrar o que podem fazer, valendo o que mostravam antes do Mundial.

Elano, que chegou aqui como um jogador comum, contestado por muitos, acabou mostrando sua importância para o time quando, por contusão, ficou de fora.

Sem ele, Kaká perdeu o apoio pela direita e Luís Fabiano ficou mais órfão. Ela fez falta ao time e é, de todos os 23 o que mais ganhou nesse Mundial, mesmo com o Brasil saindo nas quartas.

Desprezado pelo Manchester City, está no Galatasaray, da Turquia, e pode se transferir para a Juventus, da Itália, na volta das férias.

Por fim, duas estrelas que perderam com a derrota do Brasil – Kaká e Robinho. Kaká não perderá financeiramente, porque tem um longo contrato com o Real Madrid, mas perderá em sossego, porque continuará tendo a imprensa e a torcida do Madrid pegando no seu pé, por causa da contusão que não o deixa jogar todo seu belo futebol.

E Robinho, porque terá de se submeter aos interesses do Manchester City para voltar ao futebol europeu. O Santos na certa não terá grana para mantê-lo no Brasil. Se já não tinha antes, quando podiam aparecer empresas interessadas em bancá-lo, pagando os anunciados R$1 milhão mensais, quanto mais agora.

Valeu a tentativa, mas, pelo fracasso da Seleção Brasileira, não funcionou.

Em tempo:

Amigos desse blog já se manifestaram criticando o logo apresentado aqui hoje para a Copa de 2014. Eu também não gostei. As mãos segurando a bola com cinco dedos devem tentar lembrar os cinco títulos conquistados pelo Brasil.

Mas, como lembrou um dos amigos que logo se manifestaram, futebol se joga com os pés – e com a cabeça, como lembrei depois da vitória da Holanda sobre o Brasil – e não com as mãos.

Além disse, lembraram também, por que o vermelho, se ele não faz parte das cores da bandeira brasileira? Faz lembrar a estrela vermelha no jardim do Palácio, em Brasília.

Não faz sentido. Além disso, o logo não dá sentido de momento, e futebol é vibração, força, velocidade.

Brasil apresenta oficialmente logotipo da Copa 2014

Acabou o mistério, e o logotipo da Copa do Mundo de 2014 já é oficialmente do conhecimento de todos. O COL (Comitê Organizador Local) apresentou o desenho, que tem uma clara referência à Taça Fifa, nesta quinta-feira, em um evento realizado em Joahannesburgo que marcou o pontapé inicial para a competição em solo brasileiro.

A logomarca tem o esboço da imagem do troféu do Mundial sendo formado por três mãos. As cores que predominam são o verde e o amarelo, presentes na bandeira do Brasil, mas o número 2014 foi pintado de vermelho. Em baixo do desenho, está escrito “Fifa World Cup” (Copa do Mundo Fifa) em azul e “Brasil” em verde.

Para a escolha do emblema, que estará nas camisas de todas as seleções que participarão das Eliminatórias do Mundial e também da competição a ser organizada pelos brasileiros, foi reunida uma comissão de notáveis – o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira, o secretário-executivo da Fifa, Jérôme Valcke, o arquiteto Oscar Niemeyer, o escritor Paulo Coelho, a cantora Ivete Sangalo, a modelo Gisele Bündchen e o designer Hans Donner -, que escolheram entre opções sugeridas por várias agências.

Nesta quinta, o lançamento oficial do logo, ocorrido no Sandton Convention Center, em Johannesburgo, foi prestigiado até pelo presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva. Estiveram no evento também Teixeira, que dirige o COL, e o presidente da Fifa, Joseph Blatter.

A cerimônia contou ainda com os atores Fernanda Lima e Rodrigo Hilbert como apresentadores. Eles primeiro solicitaram a presença de Ricardo Teixeira no palco do centro de convenções, que foi pintado de verde e amarelo.

Em declarações breves, o dirigente falou sobre a importância do evento e disse que “o mundo ficará mais brasileiro em 2014″, assim como ficou “mais sul-africano” com a competição de 2010.

Na sequência, falou ao público ainda Blatter, que fez parte de seu discurso em português e desejou boa sorte ao País no qual “futebol é uma religião”, segundo suas próprias palavras.

O discurso mais longo veio a seguir, do presidente Lula, que quebrou o protocolo tradicional da Fifa e citou o nome de grandes ídolos do futebol brasileiro que estavam presentes em Johannesburgo, como Romário, Bebeto, Carlos Alberto Torres e Cafu, e também do mundo, como o francês Michel Platini.

Fonte: Terra

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