sexta-feira , 19 setembro 2014
Capa / Datas Comemorativas / Natal – História, origem, símbolos, curiosidades, e muito mais.
Natal – História, origem, símbolos, curiosidades, e muito mais.

Natal – História, origem, símbolos, curiosidades, e muito mais.

Natal

Natal

Menos de um mês para o Natal e os preparativos começam!!!
Os preparativos para o Natal já estão em fase de acabamento em toda as cidades e trevos e praças já estão sendo decorados com enfeites típicos desta época.

Reunimos nesta matéria, tudo sobre o Natal, a história do natal, origem, símbolos, curiosidades, dicas, receitas e com tudo que faz parte desta data tão especial que é o Natal.

História do Natal

Em diversas culturas espalhadas pelo mundo, a celebração da passagem do ano ou das estações é feita com o intuito de estabelecer a renovação do mundo e o revigoramento dos valores que agregam uma determinada civilização.

Semelhantemente, o Natal também incorpora esse mesmo princípio de renovação ao celebrar o nascimento de uma das figuras centrais do cristianismo, Jesus Cristo. De fato, em diversas manifestações natalinas podemos também enxergar a reafirmação desse mesmo valor.

História do Natal

História do Natal

Dessa maneira, podemos observar que os princípios natalinos se configuraram em diferentes culturas ao longo do tempo. Os mesopotâmicos, por exemplo, celebravam nessa mesma época o Zagmuk. Segundo a tradição mesopotâmica, o fim do ano era marcado pelo despertar de monstros terríveis a serem combatidos por Marduk, sua principal divindade. Durante a festividade, um homem era escolhido para ser vestido e tratado como rei, para depois ser sacrificado levando todos os pecados do povo consigo.

Nas civilizações nórdicas, o Yule – marcado para o dia 21 de dezembro – marcava o retorno do sol. Para celebrar a mudança, grandes toras de madeiras eram amontoadas para a montagem de grandes fogueiras que tinham em suas labaredas a representação de novas colheitas e rebanhos a serem consumidos no ano seguinte. Marcando o início do inverno, a celebração reafirmava uma grande esperança nas novas conquistas a serem obtidas no novo ano que se iniciava.

Na Roma Antiga, a data de 25 de dezembro marcava o início das celebrações em homenagem ao nascimento do Deus Sol, conhecido como “Natalis Solis Invcti” (O Nascimento do Sol Invencível). Nessa mesma época, entre os dias 17 e 24 de dezembro, também ocorriam as festividades da Saturnália, celebração cercada de muita comida e bebida onde as normas do mundo formal eram subvertidas com o intuito de promover a renovação dos valores por meio de festas marcadas pela inversão dos padrões vigentes.

Com a oficialização do cristianismo no interior do Império Romano, várias destas datas foram incorporadas com o propósito de alargar o número de convertidos à nova religião do Estado. Nesse processo, o dia 25 de dezembro foi instituído como a data em que se comemorara o nascimento de Jesus Cristo. Na verdade, várias analogias entre as tradições pagãs e os valores cristãos oferecem uma grande proximidade entre os significados atribuídos a Cristo e s divindades anteriormente cultuadas.

Assim como Jesus Cristo, Mitra era reconhecida como uma grande divindade mediadora espiritual para os romanos. Da mesma forma, Jesus, considerado “O Messias”, teria a mesma função de conceder a salvação espiritual a todos aqueles que acreditassem em seus ensinamentos por meio da conversão. Com isso, a absorção dos princípios e referenciais religiosos da cultura romana influenciou na ordenação das festividades e divindades do Cristianismo.

Mesmo a Bíblia não especificando o nascimento de Cristo, as autoridades cristãs fizeram a escolha desta data, que foi mais tarde reconhecida pelo Papa Julius I (337 -352). Com o processo de expansão e regulamentação das tradições do cristianismo, o feriado natalino ganhou enorme força ao seguir o próprio processo de expansão da nascente religião. Dessa maneira, o Natal conseguiu se transformar em uma das principais datas a serem comemoradas pelos cristãos de todo o mundo.

O Verdadeiro Sentido do Natal

Nascimento de Jesus – momento sagrado que deve ser respeitado

Nascimento de Jesus – momento sagrado que deve ser respeitado

Com a chegada do período natalino podemos perceber o aumento do movimento das ruas, lojas, e shoppings, devido à aquisição dos presentes para parentes e amigos.

É muito comum, nessa época, comerciais anunciando presentes, brinquedos, utensílios domésticos, móveis e artigos decorativos, carros, enfim, uma grande variedade de produtos, onde os lojistas mais criativos se destacam com preços melhores e algumas promoções para atrair maior quantidade de clientes, tendo um crescimento considerável das mesmas.

Acontece que o importante no natal não são os presentes nem tampouco o luxo das festas, mas sim relembrarmos o nascimento de Jesus Cristo, nosso salvador, aproveitando esse momento para agradecermos por nossas vidas, por nossas famílias, pela saúde, pelo trabalho, etc.

Porém, na sociedade capitalista e consumista em que vivemos, vemos que esses princípios andam bem esquecidos, onde as festas perdem seu verdadeiro sentido: união, paz, amor, momento de reflexão e oração, agradecendo por tudo de bom que recebemos e conquistamos ao longo de mais um ano que se passou.

O que vemos são pessoas preocupadas com a aparência física da festa, os luxos das mesas natalinas, dos enfeites e arranjos dispostos sobre suas casas, numa ceia com cardápio tão exagerado e variado que sobram grandes quantidades de alimentos que são jogados no lixo, no dia seguinte. Enfim, um exagero total, onde se perde o verdadeiro sentido da festa, tão bonita, que deveria servir como instrumento de união, harmonia, paz e doação entre as pessoas.

Há alguns anos era comum as famílias trocarem cartões desejando boas festas, onde os mesmos eram dispostos no pé da árvore de natal, com o objetivo de trazer sorte, de acontecer tudo o que lhes era desejado nos mesmos. Mas devido à modernidade do mundo virtual, essa prática foi esquecida. Hoje as pessoas enviam cartões virtuais, que não têm o mesmo significado nem a beleza dos cartões tradicionais. Essa seria uma boa forma de surpreender as pessoas de seu convívio.

Além disso, outra boa sugestão é de fazer uma arrecadação de brinquedos, roupas e alimentos para serem doados em instituições de caridade ou mesmo para pessoas abandonadas, sem lares, que vagam pelas ruas da cidade.

Responder cartinhas de crianças também é uma forma de presentear

Responder cartinhas de crianças também é uma forma de presentear

Outra forma de viver o verdadeiro sentido do natal é ir até uma agência dos correios e pegar uma cartinha de criança, destinada ao papai Noel, para respondê-la e enviar o tão desejado presente.

Com certeza fará bem a qualquer coração!

Natal:

Símbolos e tradições de Natal

Símbolos e tradições de Natal

O Natal é uma das festas mais importantes do cristianismo, junto com a Páscoa e o Pentecostes. Ele celebra o nascimento de Jesus Cristo.

A festa é celebrada no dia 25 de Dezembro pela Igreja Católica Romana, pela Igreja Anglicana e por alguns grupos protestantes e no dia 7 de Janeiro pela Igreja Ortodoxa.

Etimologia

A palavra ‘natal’ do português já foi ‘natalis’ no latim, derivada do verbo ‘nascor’ (nasceris, nasci, natus sum) que tem sentido de nascer. De ‘natalis’ do latim, evoluiram também ‘natale’ do italiano, ‘noël’ do francês, ‘nadal’ do catalão, ‘natal’ do castelhano, sendo que a palavra ‘natal’ do castelhano tem sido progressivamente substituída por ‘navidad’ como nome do dia religioso.

Já a palavra ‘Christmas’ do inglês evoluíu de ‘Christes maesse’ (‘Christ’s mass’) que quer dizer missa de Cristo.

História dos usos

Como adjetivo, significa também o local onde ocorreu o nascimento de alguém ou de alguma coisa. Como festa religiosa, o Natal, comemorado no dia 25 de dezembro desde o Século IV pela Igreja ocidental e desde o século V pela Igreja oriental, celebra o nascimento de Jesus e assim é o seu significado nas línguas neo-latinas. Muitos historiadores localizam a primeira celebração em Roma, no ano 336 D.C.

História:

De acordo com o almanaque romano, a festa já era celebrada em Roma no ano 336 d.C.. Na parte Oriental do Império Romano, comemorava-se em 7 de janeiro o seu nascimento, ocasião do seu batismo, em virtude da não-aceitação do Calendário Gregoriano. No século IV, as igrejas ocidentais passaram a adotar o dia 25 de dezembro para o Natal e o dia 6 de janeiro para Epifania (que significa “manifestação”). Nesse dia comemora-se a visita dos Magos.

Segundo estudos, a data de 25 de dezembro não é a data real do nascimento de Jesus. A Igreja entendeu que devia cristianizar as festividades pagãs que os vários povos celebravam por altura do solstício de Inverno.

Adoration of the Magi por Bartolomé Esteban Murillo

Adoration of the Magi por Bartolomé Esteban Murillo

Portanto, segundo certos eruditos, o dia 25 de dezembro foi adotado para que a data coincidisse com a festividade romana dedicada ao “nascimento do deus sol invencível”, que comemorava o solstício do Inverno. No mundo romano, a Saturnália, festividade em honra ao deus Saturno, era comemorada de 17 a 22 de dezembro; era um período de alegria e troca de presentes. O dia 25 de dezembro era tido também como o do nascimento do misterioso deus persa Mitra, o Sol da Virtude.

Assim, em vez de proibir as festividades pagãs, forneceu-lhes um novo significado, e uma linguagem cristã. As alusões dos padres da igreja ao simbolismo de Cristo como “o sol de justiça” (Malaquias 4:2) e a “luz do mundo” (João 8:12) revelam a fé da Igreja n’Aquele que é Deus feito homem para nossa salvação.

As evidências confirmam que, num esforço de converter pagãos, os líderes religiosos adotaram a festa que era celebrada pelos romanos, o “nascimento do deus sol invencível” (Natalis Invistis Solis), e tentaram fazê-la parecer “cristã”. Para certas correntes místicas como o Gnosticismo, a data é perfeitamente adequada para simbolizar o Natal, por considerarem que o sol é a morada do Cristo Cósmico. Segundo esse princípio, em tese, o Natal do hemisfério sul deveria ser celebrado em junho.

Há muito tempo se sabe que o Natal tem raízes pagãs. Por causa de sua origem não-bíblica, no século 17 essa festividade foi proibida na Inglaterra e em algumas colônias americanas. Quem ficasse em casa e não fosse trabalhar no dia de Natal era multado. Mas os velhos costumes logo voltaram, e alguns novos foram acrescentados. O Natal voltou a ser um grande feriado religioso, e ainda é em muitos países.

Curiosidades do Natal:

Na época do natal podemos ver vários tipos de decoração, com as mais variadas cores e símbolos, representando o nascimento de Jesus. Estes enfeites podem ser distribuídos por toda a casa, com o objetivo de alegrar os ambientes bem como trazer energias positivas, ligadas ao espírito de renovação, de paz e amor que o natal nos trás.

Dentre eles temos o peixe que significa a bênção de Cristo, a casa como abrigo e proteção, o coelho que nos trás esperança, a xícara como sinal de hospitalidade, a pinha como definição de fartura e imortalidade, a pomba branca como sendo a paz, a cestinha de flores sendo os bons desejos, a ferradura como amuleto para atrair muita sorte, além de outros.

Criada para substituir pedras e maçãs

Criada para substituir pedras e maçãs

As bolas de natal são referência aos primeiros enfeites feitos nos pinheiros e carvalhos, substituindo os que eram usados – pedras e maçãs.

Dentre os principais símbolos, ou aqueles que mais vemos, podemos citar o azevinho, que simboliza a vida, o bom pressentimento, podendo ser usado nas portas das casas, nas maçanetas, em velas e na própria árvore de natal.

Símbolo da purificação

Símbolo da purificação

A estrela representa a proteção de Deus para nossas vidas, trazendo felicidade aos lares. Nem sempre são usadas com essa intenção, mas por acharem que é o próprio menino Jesus, aparecendo sempre ao topo da árvore de natal.

As velas também são objetos utilizados como enfeites natalinos. Elas representam a luz de Jesus Cristo, vinda até nós, pois seu fogo é purificador, regenera, renova a vida trazendo esperança.

Os presentes são uma tradição, devido aos três Reis Magos terem levado presentes para o menino Jesus. Essa é a forma mais conhecida de se representar o natal, pois todos trocam presentes, seja em suas famílias, com amigos, no trabalho. E aos que não tem condições, aos que moram em abrigos e orfanatos, estes aguardam cheios de esperança que pessoas de bem os presenteie mesmo que seja com uma visita ou com roupas usadas e alimentos.

Propagação mundial do nascimento de Jesus

Propagação mundial do nascimento de Jesus

Consta que o presépio foi uma criação de São Francisco de Assis, para representar o nascimento de Jesus, de forma mais realista. Escrituras da igreja católica relatam que este foi montado durante uma missa celebrada no ano de 1223, a que passaram a considerar como missa de Natal. A idéia foi tão bem simbolizada que rapidamente passou a ser adotada em outras igrejas européias, podendo também ser montada nas casas e sendo propagada por todo o mundo.

O boneco de neve é uma tradição dos países frios, onde são colocadas duas bolas, sobrepostas, para fazer o corpo, usando uma cenoura para fazer o nariz, galhos para fazer os pés e os braços, além de outros adereços para deixá-lo mais enfeitado.

Comemorações pelo Mundo

Cada país tem a sua forma de comemorar o Natal, inclusive países orientais.

Alemanha

O Natal na Alemanha é caracterizado, principalmente, pelo Advento. Começa quatro domingos antes do Natal, também é importante e festejado pelos alemães.

Sobre Mega Buzz

O Mega Buzz nasceu da união dos portais Guia Europeu, Canoinhas.net e Feedback popular. Agora todos estes portais estão juntos em um lugar só, para oferecer a você o melhor conteúdo de lazer, entretenimento, diversão.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Required fields are marked *

*

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>

inMarket

Google+